Doença de Fabry

A doença de Fabry é um distúrbio de armazenamento lisossômico ligado ao X causado por mutações no gene GLA levando à deficiência de alfa-galactosidase A. O acúmulo de globotriaosilceramida (Gb3) causa dor neuropática, angioqueratomas, córnea verticilada, cardiomiopatia, arritmias, insuficiência renal e risco de AVC.

Sintomas

Diagnóstico

Opções de Tratamento

Terapia de Reposição Enzimática (TRE)

Terapia com Chaperonas

Cuidados de Suporte

Vivendo com Fabry

Complicações

Pesquisa e Direções Futuras

Terapia genética (AAV, lentiviral, mRNA de nanopartícula lipídica) visa fornecer produção enzimática sustentada. Redução de substrato, novas chaperonas e edição genética estão sob avaliação.

Tratamentos Experimentais e Emergentes

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Aviso Médico: Apenas informativo. Trabalhe com sua equipe metabólica/cardiologia/nefrologia para seleção de terapia, orientação específica de mutação e monitoramento vitalício. Fontes: National Fabry Disease Foundation, European Fabry Working Group, American College of Medical Genetics